sábado, 17 de fevereiro de 2007


a verdade que guardas
sem compreender
devolve-a
antes doutra alvorada
aproximar-se do fim

3 comentários:

Celso disse...

bela e triste madrugada, este poema. dos melhores teus.

abraço

Ana disse...

perfeito isso.
lembrei-me de um escrito da minha semana passada, destes que saem quando não se espera, como que gritados.
vou ver os outros blogs. se a vida de daqui a cinco minutos não me roubar. mais uma vez. como ela rouba coisas de nós, a vida.

Mulher na Janela disse...

devolver a verdade é não se sentir dono de si. mais ou menos assim que nos sentimos quando tudo finda. e é triste, tristemente real.
lindo o teu poema, Douglas!

beijos...