skip to main
|
skip to sidebar
deus e outros escombros
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
rogo por vós
porque livre estais de todo pecado
triste deus que não ousa sonhar
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
eterno o teu adeus
que me deixou preso
entre silêncio e sombras
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
acovarda-nos com a imobilidade da esperança
semente e colheita,
a tua promessa
ratos obesos somos,
dia e noite rastejando
as migalhas dos teus pés
domingo, 21 de outubro de 2007
ao silenciares alimentas
a fé que te perpetua
e põe de joelhos
à sombra da renúncia
o amanhã dos filhos teus
domingo, 23 de setembro de 2007
alimento desta horda, deus
rumina em mim
a sanidade
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
de posse do silêncio
subjugo-te os dias
mantendo-nos presos
aos ditames da fé
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
se nos teus olhos
já não posso mais crer
dá-me a cor avessa da paz
que em silêncio seguirei
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
atemorizam-me as frestas
abertas pelo teu silêncio
incrédulas,
expiam por nós
segunda-feira, 30 de julho de 2007
desfaço a beleza
se é tua a eternidade
de mim nada levarás
sexta-feira, 13 de julho de 2007
o verbo mentia.
fez da luz,
esperança.
domingo, 8 de julho de 2007
estou em vigília
mas tu não vens
assombra-me então a madrugada
o silêncio na alma
o perdão
segunda-feira, 18 de junho de 2007
porque sabes
da melancolia alheia
forjar a fé que te nutre
onipotente és,
misericordioso pai.
sábado, 26 de maio de 2007
covarde
põe-nos aos teus pés
e oramos
e tememos
e esquecemos
a fé.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
tua é a redenção
porque são teus os pecados
e és tu a remir os corpos
que hei de macular
domingo, 22 de abril de 2007
condenado a ser eterno
sobre teus ombros
carregarás o peso da felicidade
(a ti, o rogo dos clementes)
domingo, 8 de abril de 2007
percorres um caminho desgastado
na esperança de alguém a ti estender a mão
– longo, longo é o peso da tua culpa
e amargo o retorno dos teus remorsos –
domingo, 1 de abril de 2007
perdoa-me
acolhe-me
sussurrando esperança
ao entardecer da fé
pai
meus anjos adoeceram
abandonei-os ao relento
deles roubando a dor
para nutrir-me os restos
aos quais chamarei, horizonte
segunda-feira, 26 de março de 2007
deus
eu ilumino teus dias com meus lamentos
deus
eu simplifico teus erros com minhas mentiras
deus
eu dignifico teus medos com minhas próprias mãos
(minhas mãos
sujas
de ódio
e de sol)
domingo, 18 de março de 2007
amedrontam-me
teus olhos
sabedores da morte,
o avesso.
não derramam tristeza
não relembram auroras
lançam migalhas
disfarçadas de fé
quinta-feira, 8 de março de 2007
soubeste algum dia
dos lamentos meus
a dor que esmiuçavas
quando meu resto de fé
surdo de ti inventava
fendas no azul da noite
para escapar à solidão?
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Página inicial
Assinar:
Postagens (Atom)
prelúdio ao homem de palha(não-livro)
da natureza dos sonhos
retraços
vomitando imagens
amores fúnebres
preces ribeirinhas
eu, espantalho
memórias baldias
rascunhos em tons de brevidade e silêncio
murmúrios
▼
2017
(1)
▼
janeiro 2017
(1)
deus é cego ou caolho tateia a multidão que lhe...
►
2010
(2)
►
agosto 2010
(1)
►
janeiro 2010
(1)
►
2009
(6)
►
novembro 2009
(1)
►
abril 2009
(2)
►
fevereiro 2009
(1)
►
janeiro 2009
(2)
►
2008
(11)
►
dezembro 2008
(1)
►
outubro 2008
(1)
►
agosto 2008
(1)
►
julho 2008
(1)
►
abril 2008
(2)
►
março 2008
(1)
►
fevereiro 2008
(3)
►
janeiro 2008
(1)
►
2007
(25)
►
dezembro 2007
(2)
►
outubro 2007
(1)
►
setembro 2007
(3)
►
agosto 2007
(1)
►
julho 2007
(3)
►
junho 2007
(1)
►
maio 2007
(2)
►
abril 2007
(3)
►
março 2007
(3)
►
fevereiro 2007
(4)
►
janeiro 2007
(2)
Free Counter
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons
.
douglas D.
ímpio.
Ver meu perfil completo